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01 de Fev de 2018

ANVISA QUER EVITAR REMÉDIOS COM NOMES SEMELHANTES

Publicado em: 31/01/2018

Com o objetivo de prevenir a criação de nomes que possam gerar confusão e induzir

o consumidor a erros na compra de medicamentos, a Agência Nacional de Vigilância

Sanitária (Anvisa) publicou recentemente a Orientação de Serviço 43/2017.

A elaboração do documento partiu da necessidade de uma metodologia mais

adequada para avaliação do nome comercial escolhido pela empresa.



Segundo as novas diretrizes, a definição da nomenclatura deve levar em conta

as características do medicamento, a grafia e a pronúncia – que podem levar à

confusão de identificação entre dois medicamentos diferentes, mas com nomes

parecidos. A identificação clara e sem margem de dúvida é fundamental para

que o uso seja feito de forma correta e com segurança por parte do paciente.



A Lei 6.360/1976 já determinava, em seu artigo 5º, que os medicamentos não podem

ter nomes, designações, rótulos ou embalagens que deem margem a erros. Em 2014,

a Anvisa publicou uma atualização sobre o tema por meio da resolução RDC 59/2014,

que dispõe sobre os nomes, complementos e a formação de famílias de medicamentos.

A Orientação de Serviço 43 traz mais detalhamentos para melhorar a análise técnica

realizada pela agência.







Fonte: Fonte: Portal intelectual / Protec